quarta-feira, junho 28, 2006


George Segal, Model for Circus Flyers, (?)

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George Segal, Morandi's Still Life, (?)



George Segal, Morandi's Still Life, (?)

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domingo, junho 25, 2006


John Haines, Été Été, 2004, acrylic on linen

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segunda-feira, junho 19, 2006

When We Were Young: New Perspectives on the Art of the Child

A new exhibition explores the work of some very young artists and the importance of thinking like a child, opening this weekend at The Phillips Collection in Washington.
(17/06/2006 - 10/09/2006)

«(...)"I wanted people to ask themselves to what extent the criteria they use to look at children's drawings is the imposition of an adult eye," said Jonathan Fineberg, a scholar of modern and contemporary art who organized the exhibition.(...)



Paul Klee, Woman With Parasol, 1883-5


(...) Picasso's childhood drawing "Bullfight and Pigeons", which is in the show, features realistic-looking birds (a specialty of his father, the painter José Ruiz Blasco). But that's not what makes it remarkable, Mr. Fineberg argues; it's the 9-year-old Picasso's confident, playful scribble that defines the crowd in the corrida's background.



Pablo Picasso, Bullfight and Pigeons, 1890


"It's not about skill", Mr. Fineberg said. "It's about unique qualities of seeing. That's what makes Picasso a better artist than Andrew Wyeth. Art is about a novel way of looking at the world."(...)»

in Leslie Camhi, When Picasso and Klee Were Very Young: The Art of Childhood, The New York Times, 18/Jun/2006

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domingo, junho 18, 2006


Eugène Delacroix, Paysage de la Campagne anglaise, 1825

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Eugène Delacroix, Paysage de la Campagne anglaise, 1825

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Eugène Delacroix, Coin de l'atelier, le poêle, 1825

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Eugène Delacroix, Georges Sand, 1938 (unfinished)

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Eugène Delacroix, Portrait de l'artiste, c. 1837

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«Paris, 22 de Fevereiro [de 1860] - O realismo deveria ser definido como o antípoda da arte. (...) Na realidade, a menos que se chegasse ao ponto de pensar que bastavam apenas os olhos e a mão para produzir, já não digo uma imitação exacta, mas qualquer obra, seria possível esquecermo-nos que é o espírito que conduz a mão do artista e que portanto, apesar da sua própria vontade de imitar, o leva a imprimir a sua marca específica na obra?
Para que o realismo não fosse uma expressão sem sentido, seria preciso que todos os homens tivessem o mesmo espírito, a mesma maneira de ver as coisas. (...)
O que é que eu encontro num grande número de obras modernas? Uma enumeração de tudo o que é preciso mostrar ao leitor - sobretudo dos objectos materiais, e as descrições minuciosas de personagens, que não são suficientemente caracterizadas pelos seus actos. [...] Na maior parte das obras modernas vejo o autor preocupado em descrever com o mesmo cuidado uma personagem acessória e aquelas que devem ocupar o primeiro plano da cena; ele esgota-se a mostrar-me sob todos os aspectos o subalterno, que só aparece durante um momento, e o meu espírito acaba por se prender a ele, como se ele fosse afinal o herói da história.
O primeiro princípio é o da necessidade de fazer sacrifícios.»

In Eugène Delacroix, Diário (extractos), Edit. Estampa, Lisboa, 1979, págs. 169 e 170.

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sexta-feira, junho 16, 2006

domingo, junho 11, 2006

A ouvir


Nouvelle Vague, Nouvelle Vague, edit. Peacefrog, 2004

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terça-feira, maio 30, 2006

Dominguez Alvarez II


Dominguez Alvarez, Paisagem, óleo s/ tela, 1929
(fotog. José Manuel Costa Alves)




Dominguez Alvarez, Paisagem com Castelo, óleo s/ tela, 1930
(fotog. José Manuel Costa Alves)



Dominguez Alvarez, Paisagem, óleo s/ tela, 1929
(fotog. Jorge Coelho)


Imagens do livro Dominguez Alvarez. Alvarez, um caso de desobediência, Laura Castro, Editorial Caminho, Colecção Caminhos da Arte Portuguesa no século XX, nº 3, 2005.

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Dominguez Alvarez I


Dominguez Alvarez, Segóvia, óleo s/ tela, 1932

(fotog. Mário de Oliveira in Dominguez Alvarez. Alvarez, um caso de desobediência, Laura Castro, Editorial Caminho, Colecção Caminhos da Arte Portuguesa no século XX, nº 3, 2005)


«Assinalando o centenário do nascimento do pintor Dominguez Alvarez (Porto, 1906-1942), esta exposição do Centro de Arte Moderna da Fundação Calouste Gulbenkian, comissariada por Ana Vasconcelos e Melo e Emília Ferreira, propõe uma revisitação à obra de um dos mais fascinantes e inquietantes pintores do chamado ‘segundo modernismo’ português.

Reunindo um conjunto de cerca de duas centenas de obras, entre pintura e desenho, expõe vários inéditos, incluindo quatro álbuns de desenhos e pinturas sobre papel, de pequeno formato, realizados durante as suas viagens pelo norte de Portugal e Espanha.

(...) Membro fundador do grupo ‘+Além’, (...) Alvarez é um dos subscritores do manifesto intitulado ‘Em Defesa da Arte’, no qual se afirmava que a arte não deve apenas evidenciar um saber fazer, mas ‘qualquer coisa que grita, que nos contorce e nos abre a sensibilidade’. (...)

Paisagista por imaginação e vocação (definindo-se euforicamente como ‘o maior paisagista da Península’), sintetizando e reinventando cenários a partir do natural visitado nas suas deambulações ibéricas, ele perseguirá como motivos as paisagens urbanas e rurais do Porto, Minho, Galiza e Castela, cenas de um muito particular quotidiano, com figuras masculinas negras e tortas, as admiráveis figuras à chuva, retratos de personagens vistas em primeiro plano sobre paisagens fundeiras e as majestosas torres das catedrais espanholas de Segóvia e, sobretudo, de Santiago de Compostela.

Mantendo uma linguagem própria, por vezes bastante sincrética, nas citações ou, talvez melhor, nas intuições, de tom expressionista e surrealista, Alvarez tornar-se-á clássico, não apenas no sólido conhecimento que demonstra em relação aos materiais e às soluções plásticas adoptadas, mas também na recorrência ao tratamento de um número reduzido de temas, num entusiasmo, numa entrega à ‘pintura pela pintura. (...)

A exposição estará patente de 19 de Maio a 15 de Outubro de 2006, na galeria do piso 01 da Sede da Fundação Calouste Gulbenkian, em Lisboa.»

In Dominguez Alvarez, 770, Rua da Vigorosa, Porto

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